Direto do site da Carta Capital, escrito por Fábio Kadow
29/02/2008 16:00:28Fabio Kadow
A Market Analysis, integrante do Grupo International Research Institutes (Iris), acaba de concluir um estudo sobre marketing esportivo no Brasil, batizado de Sponsor Tracker 2008. A pesquisa feita com 805 consumidores das principais cidades brasileiras e os resultados mostram que as empresas públicas são sempre lembradas quando o assunto é esporte, se compararmos com os resultados globais.
A coluna teve acesso a alguns resultados do estudo. Por exemplo, 85% dos brasileiros reconhecem que a imagem de uma empresa melhora quando tem conhecimento de que ela está engajada em ações de patrocínio esportivo.
Modalidades como atletismo e artes marciais estão entre as esquecidas pelos empresários. “Carecem de investimentos e o patrocínio tem se mostrado ineficiente. São verdadeiras oportunidades de atuação”, acredita Fabián Echegaray, diretor da Market Analysis.
63,3 milhões de dólares
É o valor que a Nike pagará anualmente à França, a partir de 2011, quando passará a vestir a seleção de futebol francesa. O valor é o maior do mundo. Superou os 44,5 milhões de dólares que a Inglaterra recebe da Umbro e é cinco vezes maior que o montante desembolsado pela Nike ao Brasil.
Livro
25 anos de história
Tudo começou em 1980, nas Olimpíadas de Moscou, quando o time de vôlei masculino do Brasil alcançou um inédito quinto lugar. Na seqüência, surgiram times como Atlântica Boavista e Pirelli, que travaram disputas emocionantes nas quadras e fizeram de Bernard, Montanaro, Xandó e Renan ídolos de um esporte que apenas engatinhava. Por trás dessa história, está o publicitário José Estevão Cocco, que sempre apostou todas as fichas no vôlei, a ponto de realizar uma partida entre Brasil e URSS em 1982, em pleno estádio do Maracanã. Em julho, esse jogo histórico faz 25 anos e, para comemorar, Cocco lançará um livro sobre tudo o que aconteceu à época, semprecom o foco no marketing esportivo. E mostra por que o volêi é hoje o segundo esporte mais popular do País.
quarta-feira, 19 de março de 2008
terça-feira, 4 de março de 2008
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Simples?
Você já deve ter percebido que quando há confusão dentro ou perto dos estádios de futebol, há um massacre nas torcidas organizadas. Em um programa de televisão e de rádio sempre se ouve dos mesmos jornalistas há trinta anos e que ficam bem distante das organizadas que há bandidos infiltrados que só vão ao estádio arrumar confusão. Isso não deixa de ser verdade, mas não é tão simples assim.
A mãe de Franklin Pereira, 22 anos, que entrou com duas bombas caseiras no Heriberto Hulse, disse, emocionada, que o filho que sustenta a família pelo trabalho na oficina mecânica. Franklin faz parte da torcida Mancha Azul, do Avaí. O objetivo das torcidas organizadas, quando foram criadas, era de ter um local específico no estádio para os torcedores que quisessem torcer e incentivar o seu time soubessem aonde ir.
Na década de 90 foi o estopim da violência entre as organizadas. Quem não se lembra da final de juniores no Pacaembu em 95, entre São Paulo x Palmeiras, onde as rivais entraram em campo e proporcionaram uma verdadeira batalha campal, que culminou com a morte do são-paulino Márcio Gasparin. Nessa época virou cultura entre as organizadas bater nos adversários, roubar bandeiras, faixas, camisas e outros adereços dos rivais.
O objetivo das torcidas tornou-se de ser a mais temida, a que mais "dá porrada" e rouba os que torcem para outros times. Então para os jovens se sentirem importantes no meio de tantos outros, é importante para ele promover vandalismos quando está identificado como torcedor organizado para que possa ser respeitado e conhecido.
È nesse ponto que polícia e autoridades devem entrar e coibir a violência nas torcidas. Para que as organizadas possam continuar, o Presidente da torcida deve ser responsabilizado por tudo o que acontecer dentro da sua agremiação. E quando acontecer casos como o de Criciúma, que o responsabilize e deixe-o preso até quando ele disser quem é o culpado.
De duas, uma acontecerá. Ou ninguém será o responsável e a organizada desaparece, ou todos os integrantes da organizada continuarão indo ao estádio, só que vestidos normalmente, "camuflados", já que irão com a camisa do clube ou outra qualquer. Para as autoridades não vai ser mais difícil o trabalho quando houver a violência?
A mãe de Franklin Pereira, 22 anos, que entrou com duas bombas caseiras no Heriberto Hulse, disse, emocionada, que o filho que sustenta a família pelo trabalho na oficina mecânica. Franklin faz parte da torcida Mancha Azul, do Avaí. O objetivo das torcidas organizadas, quando foram criadas, era de ter um local específico no estádio para os torcedores que quisessem torcer e incentivar o seu time soubessem aonde ir.
Na década de 90 foi o estopim da violência entre as organizadas. Quem não se lembra da final de juniores no Pacaembu em 95, entre São Paulo x Palmeiras, onde as rivais entraram em campo e proporcionaram uma verdadeira batalha campal, que culminou com a morte do são-paulino Márcio Gasparin. Nessa época virou cultura entre as organizadas bater nos adversários, roubar bandeiras, faixas, camisas e outros adereços dos rivais.
O objetivo das torcidas tornou-se de ser a mais temida, a que mais "dá porrada" e rouba os que torcem para outros times. Então para os jovens se sentirem importantes no meio de tantos outros, é importante para ele promover vandalismos quando está identificado como torcedor organizado para que possa ser respeitado e conhecido.
È nesse ponto que polícia e autoridades devem entrar e coibir a violência nas torcidas. Para que as organizadas possam continuar, o Presidente da torcida deve ser responsabilizado por tudo o que acontecer dentro da sua agremiação. E quando acontecer casos como o de Criciúma, que o responsabilize e deixe-o preso até quando ele disser quem é o culpado.
De duas, uma acontecerá. Ou ninguém será o responsável e a organizada desaparece, ou todos os integrantes da organizada continuarão indo ao estádio, só que vestidos normalmente, "camuflados", já que irão com a camisa do clube ou outra qualquer. Para as autoridades não vai ser mais difícil o trabalho quando houver a violência?
Voltando ao início do post, os comentaristas esportivos devem sempre lembrar os torcedores os motivos da existência das organizadas, que é empurrar o time junto à vitória. Afinal, roubar faixa de rival dá três pontos para o seu clube?
Fim das organizadas em SC?
A briga entre as torcidas do Criciúma e Avaí nesse domingo, 24 de fevereiro, após o lançamento de uma bomba por um integrante da Torcida Mancha Azul que desfacelou a mão direita de Seu Ivo, não foi a primeira e por um bom tempo não vai ser a última. Como em 2006, o Presidente da Federação Catarinense de Futebol, Delfim de Pádua Peixoto determinou que os torcedores visitantes não podem entrar nos estádios catarinenses com camisas, faixas e tudo o que o caracterize como torcedor adversário.
Desde que aconteceu esse episódio lamentável, veio à tona o debate entre jornalistas, diretores de clube e federação e delegados de polícia sobre a dissolução de todas as torcidas organizadas em Santa Catarina. Em primeira instância não há problemas, pois todos os torcedores do Estado parecem estar muito abatidos e dificilmente vai haver casos de violência em tão pouco tempo. Mas será que as autoridades vão tratar esse caso como fizeram em 2006 com a morte de Júlio César, torcedor do Joinville que morreu após ter recebido uma pedrada na cabeça dentro do ônibus quando retornava a cidade depois de assistir ao jogo entre Avaí x Joinville?
Na ocasião, como os agressores estavam na BR-101 quando jogaram a pedra, a polícia investigou bastante tempo e depois de dois anos ninguém foi apresentado como autor do crime. As torcidas visitantes foram proibidas de irem caracterizadas aos estádios, mas no Catarinense seguinte estavam todas de voltas, como se nada tivesse acontecido. Claro que não houve casos graves como de Júlio César e de Seu Ivo, mas pedras e rojões continuaram sendo jogados nos "rivais".
É hora de realmente deixar as torcidas organizadas. Estabelecer que cada uma tenha documentos, contratos, conselhos e que o Presidente da agremiação seja responsável por tudo o que aconteça com a organizada. Todos os integrantes devem ser cadastrados e que quando estejam com vestimentas, sabem suas responsabilidades e o que os podem ocorrer. Apesar de achar que estão mudando de ideologia, todas as organizadas pagam o preço pela fama que tem quando uma bomba ou pedra atinge o torcedor adversário.
Para que os verdadeiros torcedores organizados possam continuar levando o nome da sua torcida, essa vai precisar se adaptar e colocar na cabeça de todos os integrantes que rivalidade tem limite.
Desde que aconteceu esse episódio lamentável, veio à tona o debate entre jornalistas, diretores de clube e federação e delegados de polícia sobre a dissolução de todas as torcidas organizadas em Santa Catarina. Em primeira instância não há problemas, pois todos os torcedores do Estado parecem estar muito abatidos e dificilmente vai haver casos de violência em tão pouco tempo. Mas será que as autoridades vão tratar esse caso como fizeram em 2006 com a morte de Júlio César, torcedor do Joinville que morreu após ter recebido uma pedrada na cabeça dentro do ônibus quando retornava a cidade depois de assistir ao jogo entre Avaí x Joinville?
Na ocasião, como os agressores estavam na BR-101 quando jogaram a pedra, a polícia investigou bastante tempo e depois de dois anos ninguém foi apresentado como autor do crime. As torcidas visitantes foram proibidas de irem caracterizadas aos estádios, mas no Catarinense seguinte estavam todas de voltas, como se nada tivesse acontecido. Claro que não houve casos graves como de Júlio César e de Seu Ivo, mas pedras e rojões continuaram sendo jogados nos "rivais".
É hora de realmente deixar as torcidas organizadas. Estabelecer que cada uma tenha documentos, contratos, conselhos e que o Presidente da agremiação seja responsável por tudo o que aconteça com a organizada. Todos os integrantes devem ser cadastrados e que quando estejam com vestimentas, sabem suas responsabilidades e o que os podem ocorrer. Apesar de achar que estão mudando de ideologia, todas as organizadas pagam o preço pela fama que tem quando uma bomba ou pedra atinge o torcedor adversário.
Para que os verdadeiros torcedores organizados possam continuar levando o nome da sua torcida, essa vai precisar se adaptar e colocar na cabeça de todos os integrantes que rivalidade tem limite.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
O ínicio
Bom dia, boa tarde ou noite.
Pela primeira vez construo humildemente um blog para falar de esportes e tudo o que rodeia esse mundo fantástico. O objetivo de escrever aqui é mais de poder saber o que as outras pessoas pensam do que propriamente impor a minha verdade. Peço que por mais banal que seja o post, que sejam dadas as suas opiniões, críticas argumentativas, é claro, e quem sabe um elogio de vez em quando.
Os assuntos abordados serão todos relacionados ao esporte. Esporte x Esporte; Esporte x Educação; Esporte x Violência, Esporte x Marketing; Esporte x Tecnologia, enfim o que for interessante e seja relacionado ao assunto principal deste blog.
Espero continuar por um bom tempo ativo nesta ferramente e que todos os leitores possam contribuir.
Pela primeira vez construo humildemente um blog para falar de esportes e tudo o que rodeia esse mundo fantástico. O objetivo de escrever aqui é mais de poder saber o que as outras pessoas pensam do que propriamente impor a minha verdade. Peço que por mais banal que seja o post, que sejam dadas as suas opiniões, críticas argumentativas, é claro, e quem sabe um elogio de vez em quando.
Os assuntos abordados serão todos relacionados ao esporte. Esporte x Esporte; Esporte x Educação; Esporte x Violência, Esporte x Marketing; Esporte x Tecnologia, enfim o que for interessante e seja relacionado ao assunto principal deste blog.
Espero continuar por um bom tempo ativo nesta ferramente e que todos os leitores possam contribuir.
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